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A sua criatividade pode virar um negócio?

Aprenda com quem utilizou o que tinha de melhor para empreender.

Por Rafael Rodrigues

Hoje vou contar algumas histórias para você. Ao final delas, uma pergunta.

Mário Santos e Pedro Ivo viajavam a países como Estados Unidos e Índia. Um interesse deles em comum é a prática de Yoga e o aprendizado da área, participando de retiros e cursos. Eles precisavam de itens para realizar as etapas de meditação, mas não encontravam produtos desenvolvidos de forma sustentável para adquirir.

Lorrana Scarpioni fazia duas faculdades em Curitiba e tinha acabado de realizar um intercâmbio em Portugal. Com tanta bagagem intelectual, ela procurava o que fazer, como trabalho.

Murilo Sella e Rafael Reis estavam num churrasco, festejando, e conversando sobre seus empregos e a insatisfação deles na área. Eles queriam mudar de rumo. Então, se reuniram e tomaram uma atitude.

Agora, a pergunta: Como essas três histórias terminam?

"Ah, Rafael. Eles montam um negócio, óbvio”. Ok,mas...que tipo de negócio? Com que base?

A resposta é simples: eles mesmos.

Mário e Pedro utilizaram seus conhecimentos de Yoga e administração para criarem a Ekomat, empresa de fabricação de artigos para a prática de Yoga, utilizando produtos recicláveis. Lorrana montou a Bliive, empresa colaborativa de troca de conhecimentos feitos pelos próprios usuários. E Murilo e Rafael, conduzem a Instaphoto, um dos maiores serviços de cabines fotográficas e impressões instantâneas do país.

Mário, praticante de Yoga. (fonte: Projeto Draft)

Mário, praticante de Yoga. (fonte: Projeto Draft)

Todos esses exemplos englobam a economia criativa e colaborativa. A criação de negócios ou gestão em que atividades, produtos e serviços são desenvolvidos através da capacidade intelectual do seu gestor, visando a prospecção de trabalho e renda. A potência da sua empresa é você mesmo e o que sabe realizar. Se você toca piano ou saxofone em casa, e quer transformar essa habilidade em algo rentável, é um exemplo de economia criativa. Mas a modalidade não é restringida a música.

Setores como moda, design, comunicação, gastronomia, tecnologia e cultura são alguns dos exemplos que podem oferecer serviços tangíveis como livros, jogos, CDs e aparelhos, e os intangíveis, a exemplos de serviços de assessoria e consultoria, aulas, aplicativos, shows, mostras de filmes, peças de design web como a criação de marcas, desenvolvimento de softwares e outras atividades.

* Uma dica para você agregar valor ao seu trabalho. Saiba mais sobre copyright.

Lorrana (segunda à esquerda) e seu time de sócios (Fonte: Projeto Draft)

Diferente do modelo de produção tradicional (exploração da matéria-prima, produção e distribuição), este modelo de gestão incita o profissional como o centro do empreendimento e seu talento, facilitando a conexão entre profissionais e incentivando a colaboração entre eles, a criação de redes de inovação, a partir do atendimento a necessidades ou a evolução de um negócio já existente. O fechamento do ciclo é geração alternativa ou fixa, de emprego, renda, networking e troca de conhecimentos.

E tudo isso gira em torno da colaboração. A economia compartilhada tem como conceito a prestação de serviço, baseada no que você pode oferecer como conhecimento ou o que você possui e como pode virar um negócio.

Não sei se você já ouviu falar de um empreendimento onde pessoas que possuem carros e podem trabalhar como motoristas para outras pessoas?! Ou se você tem uma casa e consegue alugar por completo ou apenas os quartos, como se fosse uma pensão.

Amigos e sócios da InstaPhoto, Raphael Reis e Murilo Sella. (Fonte: Projeto Draft).

Mas todas vem para atender necessidades. Se você tem um bem ou vários, e deseja ganhar uma grana alugando este bem, assim como um serviço que você realiza e estabelece um valor para ele, seja um preço único, ou alugado por um tempo imposto, ou mesmo o seu conhecimento que pode ser passado e em troca, você receber por ele. Todos permeiam a colaboração.

E um parceiro para todos estes casos

O coworking é um aliado para estes empreendedores, pois fornece espaço e estrutura para empreendedores que querem transformar o seu talento em negócio. Seja em salas privadas, onde pode trabalhar atendendo pessoas, ou numa área compartilhada, facilitando o contato com outros empresários. Se você é um design e trabalha do lado de uma equipe de tecnologia, quais as chances de ter uma parceria? Ou mesmo num auditório, onde tudo o que você sabe será repassado a alunos interessados e você se transforma em referência no assunto.

Dentre várias coisas que aprendemos aqui, uma se destaca: sempre trabalhe com parceiros.

(Clique na foto para saber como o coworking pode ser o seu parceiro)

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