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Encontro e empatia: parece simples,

mas não é

Brasil é um dos países menos empáticos do mundo, segundo pesquisa

Por Rafael Rodrigues

De acordo com o Dicionário Aurélio, empatia significa "A capacidade psicológica para se identificar com o eu do outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas. Ato de se colocar no lugar do outro".

Agora pense e reflita por alguns segundos sobre o significado desta palavra. Sim, é sério, pois vivemos num mundo com tantas tarefas e compromissos que apenas nos preocupamos com a nossa vida, não importando muito com o próximo, ou mesmo, com colegas de trabalho.

Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan (EUA), o Brasil ficou em 51º lugar entre os países mais empáticos do mundo (sendo que apenas 63 países foram analisados). Um número abaixo da média. 

E quais são os motivos de estarmos nessa posição?

Egoísmo

"Focamos tanto em resultados, metas, assertividade e planilhas que esquecemos quem faz e produz tudo que é pedido. O que interessa é apenas o que nós achamos melhor para mim e a minha empresa. O resto...bom, o resto a gente precisa mencionar?".

Negatividade

"Cheguei aqui e essa equipe não se veste direito, ainda temos poucos clientes, esse funcionário novo ainda não pegou o trabalho 100% e ainda para piorar, tenho problemas em casa. Que saco! Vontade de mandar todo mundo embora!  Ninguém faz nada certo aqui, só eu!".

Impaciência

"Não aguento mais esperar. Esse funcionário que demora para encerrar o job, o outro que já mandei produzir o relatório e está pior que preguiça em dia útil. Tô nem aí se precisam de horas, o cliente está esperando!".

Conectividade

"Tá, mas pra quê? Não, não preciso saber nada deles, só o nome  mesmo e tá ótimo. Eles já recebem para ficarem felizes. Não estou aqui para fazer amigos, estou aqui para fazer dinheiro".

Homem "Google"

"Não, eu sei de tudo. Não preciso perguntar nada a ninguém. Eles nem devem saber como se faz isso. Eu estudei, eu sei do que estou falando".

Todas essas atitudes podem ser resolvidas com duas palavras: ENCONTRO e DIÁLOGO.

O poder do encontro remete-se a tirar as amarras e o bloqueio entre duas pessoas com cargos hierárquicos e serem apenas dois seres humanos lutando para o mesmo objetivo. Lembre-se: humanos. Logo, temos a nossa carga de personalidade, experiências e formas de tratamento diferentes. Precisamos entender como as pessoas funcionam, como lidam com as situações e extrair o melhor delas. E para isso acontecer, precisamos conversar, escutar e compreender o que ela sente e o que ela quer. Não é "passar a mão na cabeça". É conhecer com quem você trabalha . Valorize, elogie um trabalho bem feito, reconheça o esforço dos seus colegas.

E os resultados dessa mudança de atitude não poderiam ser melhores. Você afina e estrutura melhor a sua equipe, cria vínculos que deixam as pessoas mais felizes e confiantes sobre o seu trabalho, a produtividade aumenta, mais inspirações e menos bloqueios mentais. E no final das contas, você passa a confiar mais na sua equipe, e eles em você.

Remédio para falta de empatia: coworking

O DNA do coworking é a conexão entre pessoas em prol de um bom trabalho. Por isso que a modalidade de espaço de atuação é tão bem sucedida, pois não existe local para o egocentrismo. São todas as empresas colaborando e produzindo no mesmo endereço, sob seus hábitos e rotinas, aprendendo uns com os outros, ensinando, compartilhando experiência e inovando através dos conhecimentos aplicados. Mesmo sendo no hall compartilhado, em salas privadas ou no auditório, existe sempre uma oportunidade de você olhar o seu negócio, não do seu ponto único de percepção, mas de vários empreendedores que podem te auxiliar.

Se quiser conhecer o coworking, basta clicar aqui.

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